
Você já tomou água do mar???
H2Ocean é a primeira água potável feita a partir da água do mar.
E por que do Mar?
Riquezas na imensidão azul - Da hidrosfera da Terra que compreende os lagos, mares, rios e as águas subterrâneas, as águas marinhas e salobras correspondem a 97,4%, o que mostra a imensidão das águas marinhas e conseqüentemente sua importância sob vários aspectos como, por exemplo, equilíbrio da natureza e fonte de alimento.
As águas marinhas oferecem uma imensa quantidade de minerais que são essenciais para a qualidade da vida. Dessa forma os oceanos são considerados o berço da vida na terra.
No mar é possível encontrar cerca de 85 diferentes minerais além diversos nutrientes, determinantes para a imensa diversidade de vida. Essa quantidade e variedade de minerais só são encontradas no mar!
Portanto, nada melhor do que bebermos suas riquezas.
Como H2Ocean é feita?
A água é colhida em alto mar e processada através de equipamentos de alta tecnologia que executam processos de nanofiltragem e seleção de minerais. Todo sal e impurezas são retirados da água, permanecendo apenas os minerais e nutrientes benéficos à saúde humana.
H2Ocean é produzida dentro de padrões de qualidade exigidos pelos organismos industriais e ambientais e garante potabilidade exigida por todas as legislações de controle de água no mundo.
Esse processo diferenciado confere a H2Ocean a condição de ÚNICA água do mercado com 60 diferentes minerais com excelente qualidade, tanto ao paladar quanto a saúde.
Qual a diferença entre H2Ocean e uma água mineral comum?
A grande diferença entre uma água mineral comum e H2Ocean é a quantidade e diversidade de minerais que a H2Ocean oferece. As águas minerais, em sua maioria, oferecem cera de 12 minerais (que são comuns a todas), enquanto H2Ocean oferece 60. As células dos organismos necessitam esses minerais para se manterem mais bem nutridas e equilibradas. Ou seja, a formulação da H2Ocean é um coquetel de minerais, equilibrados e fracionados na medida exata para um excelente complemento nutricional.
A importância da água em nossas vidas
A água é o componente principal dos seres vivos. De fato, pode-se viver meses sem alimento, mas só se sobrevive uns poucos dias sem água. O corpo humano tem 75 % de agua ao nascer e cerca de 60 % na idade adulta. Aproximadamente 60 % desta água encontra-se no interior das células (água intracelular). O resto (água extracelular) é a que circula no sangue e banha os tecidos.
Na
água do nosso corpo têm lugar as reações que nos permitem estar vivos.
Isto deve-se ao fato das enzimas (agentes protéicos que intervêm na
transformação das substâncias que se utilizam para a obtenção de energia
e síntese de matéria própria) necessitam de um meio aquoso para que a sua
estrutura tridimensional adote uma forma ativa. A água é o meio pelo qual se
comunicam as células dos nossos órgãos e pelo que se transporta o oxigênio
e os nutrientes aos nossos tecidos. A água é também a responsável por
retirar do nosso corpo os resíduos e produtos de desperdício do metabolismo
celular. Por último, graças à elevada capacidade de evaporação da água,
podemos regular a nossa temperatura, suando ou perdendo-a pelas mucosas,
quando a temperatura exterior é muito elevada.
Nas reações de combustão dos nutrientes que têm lugar no interior das células, para obter energia produzem-se pequenas quantidades de água. Esta formação de água é maior ao oxidar as gorduras – 1 gr. de água por cada gr. de gordura – , que os amidos (0,6 gr. por gr., de amido). A água produzida na respiração celular chama-se água metabólica, e é fundamental para os animais adaptados a condições desérticas. Se os camelos podem aguentar meses sem beber é porque utilizam a água produzida ao queimar a gordura acumulada nas suas bossas. Nos seres humanos, a produção de água metabólica com uma dieta normal não passa dos 0,3 litros por dia.
Necessidades diárias de água
É muito importante consumir uma quantidade suficiente de água diariamente, para o correto funcionamento dos processos de assimilação e, sobretudo, para os de eliminação de resíduos do metabolismo celular. Necessitamos de três litros de água por dia como mínimo, dos quais aproximadamente metade obtemos dos alimentos e a outra metade devemos consegui-los bebendo. Em determinadas situações ou etapas da vida, estas necessidades poderão aumentar consideravelmente.
Recomendações sobre o consumo de água
De forma geral, devemos ingerir água nos intervalos entre as refeições, entre duas horas depois de comer e meia hora antes da refeição seguinte. É especialmente recomendável beber um ou dois copos de água logo após o acordar. Assim é possível uma melhor hidratação e ativamos os mecanismos de limpeza do organismo.
Na maioria dos casos é preferível consumir água com minerais em vez da água da torneira. As redes públicas de distribuição de água adicionam a água compostos químicos como o flúor ou o cloro, que, apesar de serem imprescindíveis para evitar a contaminação microbiológica, podem tornar-se perigosos, mesmo nas doses utilizadas pelas instituições encarregadas da sanidade pública.
O flúor tem sido utilizado com preventivo das cáries (porque o é, quando metabolizado das suas fontes próprias), mas a sua adição artificial à água levanta fortes suspeitas de ser causa de câncer.
Nos Estados Unidos foi comprovado que um de cada quatro câncer da bexiga em não fumantes, ou um de cada dez em fumantes, se deve ao cloro da água potável. Além disso, se as tubulações por onde circula a água até à nossa torneira são de chumbo (e as antigas são), é conveniente saber-se que este metal pesado se dissolve na água de consumo, e que o chumbo é um tóxico para o organismo. Ao ser ingerido, mesmo em doses pequeníssimas, pode dar lugar a graves enfermidades. Também se podem encontrar na água da torneira outros elementos altamente tóxicos como o mercúrio, o cádmio e os nitratos dos pesticidas agrícolas (especialmente em zonas industriais ou agrícolas).
Todos os organismos vivos apresentam de 50% a 90% de água em si. O próprio corpo humano é constituído em 70% por água que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutriente, elimina toxinas e repõe energia. Entre inúmeras outras utilidades.
Preconiza-se o número de 1 copo de 200ml de água por hora quando se estiver acordado.
Assim sendo, a ingestão de água deve ser independente da sede, constante e rigorosa.
E não adianta deixar para tomar os 2 a 3 litros necessários diariamente de uma só vez.
Estudos
mostram que o estômago capacita apenas 12ml/kg/hora, ou seja, um adulto não
conseguirá tomar mais de um litro de uma só vez sem "passar mal".
A não ingestão de água acarreta uma série de problemas, tais como:
> Cabelos - falta de vitalidade;
> Couro cabeludo - descamação;
> Concentração - distúrbios;
> Sono e Memória – com perda da disposição para realização das atividades diárias, em virtude da circulação cerebral por baixa quantidade de água que faz o sangue ficar mais "viscoso" ou "grosso", de circulação mais lenta;
> Ressecamento dos olhos e tecido das vias aéreas que com baixa umidade, sofrem lesões com mais facilidade por ficarem mais frágeis, assim tornando-se mais propensos a inflamações e infecções;
> Conjuntivites;
> Sinusites;
> Bronquites;
> Pneumonias;
> Lesões da pele com aparecimento de cravos e espinhas pela não eliminação adequada das toxinas via pele e seu acúmulo local;
> Queda e enfraquecimento dos pêlos;
> Baixa produção de saliva;
> Distúrbio no aproveitamento adequado de vitaminas e sais minerais, com excesso em alguns lugares e falta em outros, levando a cãibra, dormências, perdas de força muscular e problemas ósseos dentais;
> Respiração dificultada, por vezes levando à falta de ar, sobretudo nos exercícios físicos;
> Constipação e por vezes, sangramento retal (devido a fezes ressecadas, endurecidas que lesam o tecido intestinal ao moverem-se em seu interior);
> Impotência ou disfunções eréteis ou, no caso das mulheres, sangramentos vaginais.
É certo que há água nos alimentos, mesmo os sólidos, mas a complementação da ingestão diária de água deve ser feita, periodicamente.
Uma forma de se observar se a quantidade de água é adequada, é observar a cor da urina, que deve ser incolor. Quanto mais forte, pouca ingestão de água está sendo feita. (Ícaro Alves Alcântara - Revista UNICEUB - Ano IV - Abril 2003 - Nº 8)
A importância dos minerais para a saúde
Os minerais são os componentes inorgânicos da alimentação, quer dizer, aqueles que se encontram na natureza sem fazer parte dos seres vivos. Desempenham um papel importantíssimo no organismo, sendo necessários para a elaboração dos tecidos, sínteses de hormonas e na maior parte das reações químicas onde intervêm as enzimas. O uso dos minerais com fins terapêuticos é designado por oligoterapia.
Podem dividir-se os minerais em três grupos:
- Os Macro–Elementos – os que o organismo necessita em maior quantidade e se medem em gramas;
- Os Micro–Elementos – que se necessitam em menor quantidade e se medem em miligramas (milésimas de grama).
- Os oligoelementos – necessários em quantidades pequeníssimas, da ordem dos microgramas (milionésimas de grama).
Exemplo de alguns minerais encontrados na H2Ocean e sua ação no organismo
Cálcio
Funcionalidade Biológica - É integrante nos ossos, no tecido conjuntivo e nos músculos. Junto com o potássio e o magnésio, é necessário à boa circulação do sangue. No esqueleto há 99% deste mineral, substituindo-se 20% em cada ano.
Cloro
Funcionalidade Biológica - Favorece o equilíbrio ácido–base no organismo e ajuda o fígado a eliminar tóxicos.
Enxofre
Funcionalidade Biológica - Encontra-se em todas as células, mas em especial na pele, unhas, cabelo e cartilagens. Entra na composição de algumas hormonas, como no caso da insulina, e em algumas vitaminas. É estimulante hepato-biliar e neutralizador de tóxicos.
Fósforo
Funcionalidade Biológica - Existe na estrutura dos ossos. Em associação com certos lipídeos, dá lugar aos fosfolipídios, que são componentes das membranas celulares e do tecido nervoso. A sua concentração no sangue está em íntima relação com a de cálcio. Atualmente é comum termos um excesso de fósforo, por este ser utilizado como aditivo alimentar (emulgente).
Magnésio
Funcionalidade Biológica - Faz falta para a assimilação do cálcio e da vitamina C. Regula o sistema nervoso central (ação sedante) ao mesmo tempo em que participa na transmissão dos impulsos nervosos. É estimulante biliar (favorecedor da digestão dos lipídios e eliminador de resíduos tóxicos). Melhora a artrose pela capacidade de fixação do cálcio.
Potássio
Funcionalidade Biológica - É regulador homeostásico. Participa na contração do músculo cardíaco.
Sódio
Funcionalidade Biológica - Tal como o Potássio, regula a homeostase. É participante da neurotransmissão muscular. Em excesso, provoca hipertensão, irritabilidade, retenção de líquidos e sobrecarga renal. As necessidades aumentam com a transpiração, utilização de substâncias diuréticas e quando há diarréia ou vômitos.
Cobalto
Funcionalidade Biológica - Atua na formação dos glóbulos vermelhos, por formar parte da vitamina B12 sintetizável na flora intestinal.
Cobre
Funcionalidade Biológica - Faz falta para converter em hemoglobina o ferro armazenado no organismo, e para a assimilação dos alimentos. Participa na assimilação da vitamina C.
Ferro
Funcionalidade Biológica - É preciso para a produção da hemoglobina - molécula que transporta o oxigênio no interior dos glóbulos vermelhos. É imprescindível para a utilização das vitaminas do grupo B. O seu déficit provoca a anemia ferropriva, muito comum nos finais da gravidez, quando as necessidades de ferro aumentam. O consumo excessivo de café ou álcool faz diminuir a capacidade de absorvê-lo. A vitamina C melhora a absorção do ferro.
Flúor
Funcionalidade Biológica - É preventivo da cárie dental e fortificante ósseo.
Iodo
Funcionalidade Biológica - Obrigatório para o bom funcionamento da glândula tiróide. Ajuda o crescimento, melhora a agilidade mental, queima o excesso de gordura e desenvolve corretamente as unhas, cabelo, pele e dentes. A carência de iodo dá lugar ao bócio, com grande aumento da glândula tiróide.
Manganês
Funcionalidade Biológica - Ativa as enzimas que intervêm na síntese das gorduras e participa no aproveitamento das vitaminas C, B1, e H.
Zinco
Funcionalidade Biológica - Intervém em processos metabólicos como a produção de linfócitos, síntese de proteínas e formação de insulina.
Cromo
Funcionalidade Biológica - Participa no transporte de proteínas e melhora a diabetes.
Lítio
Funcionalidade Biológica - É fundamental para a regulação do sistema nervoso central.
Molibdênio
Funcionalidade Biológica - Ajuda a prevenir a anemia e a cárie.
Níquel
Funcionalidade Biológica - É necessário para o bom funcionamento do pâncreas.
Selênio
Funcionalidade Biológica - Tem as mesmas propriedades desintoxicantes que o enxofre e, além disso, é um potente antioxidante, previne o envelhecimento dos tecidos e de certos tipos de câncer. Também se utiliza para o tratamento da caspa e alivio das sufocações e do mal-estar da menopausa.
Silício
Funcionalidade Biológica - Indispensável para a assimilação do cálcio, a formação de novas células e a nutrição dos tecidos.
Relação dos Minerais presentes na H2Ocean
Qual a diferença entre H2Ocean e uma água mineral comum?
A grande diferença entre uma água mineral comum e H2Ocean é a quantidade e diversidade de minerais que a H2Ocean oferece. As águas minerais, em sua maioria, oferecem cera de 12 minerais (que são comuns a todas), enquanto H2Ocean oferece 60. As células dos organismos necessitam esses minerais para se manterem mais bem nutridas e equilibradas. Ou seja, a formulação da H2Ocean é um coquetel de minerais, equilibrados e fracionados na medida exata para um excelente complemento nutricional.
Essa tecnologia é brasileira?
Sim, é brasileira, contudo utiliza também tecnologia importada.
Posso beber a água diariamente?
Sim, todas as vezes que sentir vontade, sem nenhum problema ou malefício a saúde.
A água, por ter muitos minerais, pode causar pedras nos rins?
Não, a água é balanceada, com seus minerais divididos em partes perfeitamente equilibradas ao consumo humano.
A água do mar é igual em todo mundo?
Não, em alguns lugares a concentração de sal é maior, porém com o sistema utilizado no processamento o resultado final da água é o mesmo.
Fonte:http://www.h2ocean.com.br
Onde encontrar: www.santanatureza.com