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- Margarina, perigo na
mesa!
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- Ela é cremosa e
saborosa, porém representa grande risco para saúde.
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- Ácidos graxos são
essenciais para vida e funcionamento normal das células. A membrana
celular permite passagem dos sais minerais e das moléculas necessárias
para dentro e para fora de nossas células. Quando a membrana celular é
saudável, dificulta entrada na célula de substâncias químicas
perigosas e de organismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas.
Essa membrana também tem receptores químicos para hormônios, que são
os principais mensageiros do corpo. Ácidos graxos participam de incontáveis
processos químicos do corpo e são utilizados como "tijolos" na
fabricação de alguns hormônios.
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- Há dois tipos de ácidos
graxos - ômega-3 e ômega-6 - que não podem ser fabricados pelo
organismo e precisam ser obtidos através dos alimentos. São chamados de
"ácidos graxos essenciais",
e quando existem em quantidade suficiente no corpo são usados para
fabricar outros ácidos graxos de que precisamos.
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- Gordura “Trans” e
perturbações químicas
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- Ácidos graxos existentes
na natureza apresentam ligações duplas entre os átomos com configuração
especial chamada de "cis" pelos bioquímicos. A ligação entre
os átomos é fraca por causa da forma irregular, o que provoca um ponto
de fusão mais baixo - ou, no dialeto dos supermercados, não são sólidas
à temperatura ambiente. Gorduras com ligações do tipo "trans"
ou que não tenham ligações duplas ("gorduras saturadas") são
sólidas à temperatura ambiente.
Na fabricação de margarina, adicionam-se átomos de hidrogênio às moléculas
de gordura para que fiquem mais saturadas, elevando o ponto de fusão para
que o óleo permaneça sólido à temperatura ambiente, ou seja, para que
a margarina não escorra pela mesa. Este processo, chamado "hidrogenação",
exige a presença de um catalisador metálico e temperaturas em torno de
260°C para que a reação aconteça.
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- A hidrogenação passou a
ser usada porque este tipo de óleo não se estraga nem fica rançoso tão
depressa quanto o óleo comum. A
vida útil na prateleira é maior. Um cubo de margarina pode ficar exposto
durante anos e não será atacado por fungos, insetos ou roedores. A
margarina não é alimento. Como a gordura da margarina é parcialmente
hidrogenada (ou seja, não totalmente saturada), os fabricantes dizem que
é "poli-insaturada" e vendem como alimento saudável.
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- Muitos outras substâncias
químicas gordurosas aparecem quando os óleos são parcialmente
hidrogenados. No livro "Fatos que Curam, Fatos que Matam", Udo
Erasmos afirma: "A quantidade de compostos diferentes que podem
surgir durante a hidrogenação parcial é tamanha que desafia a imaginação.”
Erasmus também cita afirmação sobre a hidrogenação feita por Herbert
Dutton, um dos químicos mais antigos e famosos a estudar gorduras nos
Estados Unidos. Basicamente, ele diz que, por causa dos efeitos conhecidos
e desconhecidos destes subprodutos da hidrogenação, os regulamentos
governamentais sobre a saúde não permitiriam que o processo fosse usado
na produção de alimentos, caso tivesse sido inventado hoje em dia.
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- Outro "efeito
colateral" da hidrogenação é deixar resíduo de metais tóxicos,
geralmente níquel e alumínio, no produto final. Estes metais são usados
como catalisadores da reação, mas se acumulam nas células e sistema
nervoso, envenenando o sistema enzimático e alterando funções
celulares, colocando a saúde em perigo e provocando grande variedade de
problemas. Estes metais tóxicos são difíceis de eliminar sem técnicas
especiais de desintoxicação. A "carga tóxica" aumenta muito
com pequenas exposições ao longo do tempo. Como estes elementos são
cada vez mais presentes no ar, nos alimentos e na água, as doses
cumulativas podem ir se somando até chegar a níveis perigosos.
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- Na natureza não existem
gorduras com ligações "trans". O organismo humano não sabe
lidar com elas, que acabam agindo como venenos em reações celulares
importantes. O corpo tenta usá-las como usaria o tipo "cis", e
elas acabam indo parar na membrana celular e em outros lugares onde não
deveriam estar. Nos últimos anos, foram feitas medições de gorduras
"trans" na membrana das células vermelhas do sangue humano, e o
nível chegou a 20%, quando deveria ser zero.
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- Os ácidos graxos com ligações
"trans" presentes na membrana celular enfraquecem a estrutura da
membrana e sua função protetora. Eles alteram a passagem normal de sais
minerais e outros nutrientes pela membrana e permitem que micróbios patogênicos
e substâncias químicas tóxicas penetrem na célula com mais facilidade.
O resultado: células doentes e enfraquecidas, mau funcionamento do
organismo e um sistema imunológico exausto - em resumo, queda da resistência
e aumento do risco de doenças.
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- As gorduras
"trans" também podem desorganizar o mecanismo normal do
organismo de eliminação do colesterol. O fígado lança o excesso de
colesterol na bile, que envia para vesícula, que se esvazia no intestino
delgado logo abaixo do estômago. As gorduras "trans" bloqueiam
a conversão normal do colesterol no fígado e contribuem para elevar o nível
de colesterol no sangue. Também causam aumento da densidade de lipoproteínas
de baixa densidade (LDLs), considerada um dos principais causadores de
aterosclerose (endurecimento das artérias). Além disso, as gorduras
"trans" reduzem a quantidade de lipoproteínas de alta densidade
(HDLs), que ajudam a proteger o sistema cardiovascular dos efeitos nocivos
das LDLs. As gorduras "trans" também aumentam o nível de
apolipoproteína A, uma substância do sangue que é outro fator de risco
das doenças cardíacas. Na verdade, já se demonstrou que as gorduras
"trans" provocam efeitos piores do que as gorduras animais
saturadas.
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- Outro efeito negativo das
gorduras "trans" na dieta é o aumento dos hormônios pró-inflamatórios
do corpo (prostaglandina E2) e a inibição dos tipos anti-inflamatórios
(prostaglandinas E1 e E3). Esta influência indesejada das gorduras
"trans" sobre o equilíbrio das prostaglandinas deixa o
organismo vulnerável a condições inflamatórias que custam a sarar. As
prostaglandinas também controlam muitas funções metabólicas.
Quantidades mínimas delas podem provocar grandes mudanças nas reações
alérgicas, na pressão sanguínea, na coagulação, nos níveis de
colesterol, na atividade hormonal, na função imunológica e na resposta
inflamatória, para citar apenas algumas de suas ações.
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- A gordura em
nossa dieta
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- A margarina não é o único
produto de supermercado a conter quantidade significativa de gorduras
"trans". Qualquer "alimento" que tenha as palavras
"hidrogenado" ou "parcialmente hidrogenado" no rótulo
contém gorduras "trans" e deveria ser evitado. É uma grande
surpresa descobrir quantos produtos em casa contêm gorduras
"trans". Entre eles estão pão, biscoitos e salgadinhos, óleos
vegetais refinados e manteiga de amendoim. Assim, leia sempre o rótulo
dos alimentos industrializados e evite os que contenham óleo ou gordura
hidrogenada ou parcialmente hidrogenada.
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- Vários estudos mostram
que a quantidade de gordura não é tão importante quanto a qualidade e o
equilíbrio entre os vários tipos de gordura. Na verdade, os ácidos
graxos essenciais (já mencionados) ajudam a controlar os tipos de
colesterol fabricados pelo corpo e ajudam a evitar doenças cardíacas.
Assim, é mais prudente reduzir na dieta gorduras saturadas e gorduras
"trans" antinaturais e aumentar gorduras essenciais. Muitos
cientistas defendem esta mudança.
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- Dr. Edward Siguel ,
pesquisador do Framingham Cardiovascular Offspring Study, desenvolveu
teste de sensibilidade para determinar a quantidade dos vários ácidos
graxos encontrados em seres humanos. Ele descobriu relação bem definida
entre gorduras "trans" e doença cardíaca. Também descobriu
que pessoas com doenças cardíacas têm baixo nível de ácidos graxos
essenciais. Durante o 2° Simpósio Anual de Medicina Funcional em 1994,
Dr. Siguekele afirmou que a insuficiência de ácidos graxos essenciais
pode estar por trás de muitas doenças crônicas comuns em sociedades
ocidentais.
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- O leite de muitas mães
também apresenta excesso de gorduras "trans" e baixo nível de
ácidos graxos ômega-3. A Divisão de Pesquisa Nutricional da Health
Canada publicou recentemente estudo esclarecedor. Pesquisadores analisaram
o leite de 198 mães em aleitamento em todo o Canadá, e descobriram que
ácidos graxos "trans" respondiam em média por 7,2% do conteúdo
total de ácidos graxos. A análise posterior dessas gorduras
"trans" mostrou que sua origem principal eram os óleos vegetais
parcialmente hidrogenados (ou seja, margarina). Os pesquisadores também
perceberam que a elevação do nível dessas gorduras "trans"
aconteceu à custa dos ácidos graxos essenciais, colocando os bebês sob
risco duplo num período crucial de seu desenvolvimento.
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- Os dois tipos de ácidos
graxos essenciais são necessários para o desenvolvimento correto dos
tecidos do feto e do bebê, especialmente o sistema nervoso. Segundo o
pesquisador John Finnegan, os ômega-3 afetam especialmente as partes do cérebro
ligadas à capacidade de aprendizado, à ansiedade ou depressão e à
percepção auditiva e visual. Também ajudam a equilibrar o sistema
imunológico.
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- Vegetarianos também são
atingidos
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- Estudo publicado na
Revista Americana de Nutrição Clínica mostra diferença dramática
entre taxas de doenças cardíacas das populações do norte e do sul da
Índia. Os do norte comiam carne e tinham alto nível de colesterol. Sua
principal fonte de gordura na alimentação era o ghee (manteiga
clarificada). Os do sul eram vegetarianos e tinham níveis de colesterol
muito mais baixos. A "sabedoria" atual diria que os vegetarianos
teriam a menor taxa de doenças cardíacas, mas na verdade ocorria o contrário.
Os vegetarianos tinham taxa 15 vezes maior de doenças cardíacas do que a
de seus patrícios do norte. Qual a razão de diferença tão
surpreendente? Além da oposição entre carne e vegetais, a maior diferença
na dieta era que os do sul haviam substituído o ghee tradicional (um
alimento de verdade) pela margarina e pelos óleos vegetais refinados e
poli-insaturados. Vinte anos depois, a revista médica britânica
"The Lancet" observou aumento das mortes por ataque cardíaco
entre os indianos do norte. Eles também haviam substituído o ghee de
suas dietas pela margarina e pelos óleos vegetais refinados.
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- Relatório do Conselho de
Nutrição da Dinamarca aponta vários estudos que sugerem que ácidos
graxos "trans" da margarina são tão ou mais responsáveis pelo
desenvolvimento da aterosclerose quanto os ácidos graxos saturados. Outro
estudo feito em Boston pelo Departamento de Nutrição da Escola de Saúde
Pública de Harvard, analisou a dieta de 239 pacientes internados em
hospitais da cidade depois de seu primeiro ataque cardíaco e comparou-a
com a dieta de um grupo de controle de 282 pessoas saudáveis. Depois de
dar desconto dos vários estilos de vida, descobriram que a ingestão de
margarina associava-se de forma significativa com o risco de infarto do
miocárdio.
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- Processamento comercial
X Saúde
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- Os óleos vegetais
refinados e poli-insaturados tornaram-se muito populares desde que a onda
anticolesterol começou há muitos anos e os médicos passaram a promover
seu uso. Quando preparados e utilizados da forma correta, alguns desses óleos
são fontes saudáveis de ácidos graxos essenciais. Infelizmente, o
processo padrão de refino industrial destrói os ácidos graxos
essenciais e cria altos níveis de ácidos graxos “trans”.
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- O processamento comum do
refino comercial dos óleos vegetais começa com sementes que podem conter
alto nível de agrotóxicos (pesticidas e herbicidas). As sementes são
esmagadas e sujeitas a uma série de tratamentos químicos em temperaturas
acima de 270°C. Esses tratamentos incluem o uso de solventes tóxicos,
soda cáustica, preservantes e anti-espumantes e resultam na destruição
dos ácidos graxos essenciais, na perda de vitaminas e sais minerais e na
formação de ácidos graxos "trans" e radicais livres. Tudo
isso visando vida mais longa na prateleira e aceitação do consumidor (o
que sobra parece limpo e bonito). Este processo também acontece com a
gordura dos alimentos industrializados.
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- Equilíbrio entre ácidos
essenciais e saúde
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- Óleos Ômega-6 são
encontrados principalmente nos vegetais e nas sementes. São convertidos
em prostaglandinas depois de vários processos químicos. A maioria das
pessoas ingere quantidade suficiente desses ácidos graxos, mas algumas têm
dificuldade de convertê-los nas prostaglandinas ativas (hormônios
anti-inflamatórios). Este bloqueio costuma ser causado pelo excesso de
gorduras "trans", por medicamentos anti-inflamatórios como
aspirina ou Tylenol e por deficiências de vitamina B6 ou de magnésio. A
insuficiência de ácidos graxos ômega-6 pode provocar problemas no
sistema auto-imune, dor e caroços nos seios, eczema, hiperatividade em
crianças, hipertensão, inflamações e tensão pré-menstrual. A
suplementação alimentar com óleo de sementes de borragem, prímula ou
uva pode compensar o bloqueio e fornecer os elementos essenciais para a
fabricação da prostaglandina necessária.
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- Mesmo os maiores esforços
humanos para produzir alimentos e óleos industrializados saudáveis
acabam ficando aquém das conquistas da natureza. Os melhores óleos são
fornecidos pela natureza, embalados da melhor forma possível para evitar
a oxidação de seu precioso conteúdo. Sementes de linhaça orgânicas
recém-moídas contêm óleo fresco (protegido pela película) e sua fibra
é a fonte mais rica das substâncias chamadas "ligninas",
possuidoras de potentes propriedades anticâncer, antibacterianas, antfúngicas
e antivirais. A fibra da linhaça tem de 100 a 800 vezes mais ligninas do
que as outras fontes de fibras. Esta é uma forma barata e saborosa de
assegurar a ingestão adequada de ácidos graxos ômega-3
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- Alternativas saudáveis
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- Há várias outras formas
de melhorar seu equilíbrio de ácidos graxos e evitar a armadilha das
gorduras "trans":
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- Coma sementes de linhaça
recém-moídas todos os dias. Coloque três colheres de sopa de sementes
num liqüidificador ou moedor de café para obter cerca de uma colher de
óleo (misturado com a fibra). Isto se aproxima da dose diária
recomendada de óleo omega-3 para uma pessoa média. Pode ser misturado
com cereais, batido até virar uma pasta ou servido com iogurte. Se
preferir misture com suco de maçã morno (quente, não!) e junte
pedacinhos de banana ou outra fruta para obter um prato saboroso e
nutritivo que satisfaz e fará maravilhas pelo funcionamento do intestino.
Coma as sementes moídas dentro de no máximo 10 a 15 minutos, para
reduzir o problema da oxidação. Mas tome cuidado: testes alérgicos
apontam pessoas alérgicas ao óleo de linhaça, e outras alérgicas às
sementes de psyllium, geralmente usadas por causa de seu conteúdo de
fibras.
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- Use manteiga em vez de
margarina ou gordura vegetal hidrogenada para cozinhar. A manteiga também
tem seus problemas, como resíduos de hormônios e agrotóxicos, mas é um
alimento integral. Alimentos integrais têm nutrientes que atuam sobre sua
própria gordura se ingeridos com moderação. Se quiser usar manteiga,
prefira a que for produzida organicamente.
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- Alternativa ainda melhor
é o ghee orgânico, ou manteiga clarificada. Ghee é a gordura culinária
que os cozinheiros indianos e franceses têm em mais alta conta. Tem um
aroma agradável e não queima, não solta fumaça nem desenvolve
compostos tóxicos ao ser aquecida.
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- Use azeite de oliva
extra-virgem de primeira extração, prensado a frio ou uma mistura meio a
meio de ghee e azeite de oliva. Não frite nem refogue com óleos leves
"poli-insaturados", como os de açafrão, girassol ou milho. Com
a alta temperatura eles se oxidam rapidamente, formando radicais livres.
Os radicais livres são moléculas muito reativas que podem penetrar em
suas células e dar início a reações em cadeia prejudiciais que deixam
para trás vários danos, como alterações do código genético (DNA) e
formação de células cancerosas.
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- Se você for alérgico a
leite, substitua a margarina ou a manteiga das receitas por uma mistura
meio a meio de xarope de maçã (suco de maçã fervido por muito tempo até
virar quase uma geléia) e óleo de girassol ou canola orgânico e não
refinado.