Terapia do Cone Hindu
Método Natural de Desobstrução de Ouvido, Nariz e Garganta

Trata-se de um procedimento utilizado desde a antiguidade, constituído de uma peça em cera de abelha, cônica, e cuja ponta é colocada na borda do ouvido e do lado oposto acende-se, criando um vácuo, que efetua a remoção de resíduos internos do ouvido. Para que tal efeito ocorra, o cone precisa estar bem posicionado no orifício auditivo.
 
Outro aspecto terapêutico importante, é que, o Cone HINDU auxilia nos procedimentos “espirituais”, clareando a mente e aguçando os sentidos, contribuindo na audição e sensibilidade.
 
O Cone HINDU teve sua origem na Índia e nos povos indígenas e faz parte das terapêuticas utilizadas pela Medicina Ayurvedica popular. Antigamente sua utilização e conhecimentos eram transmitidos por iniciação aos discípulos. Hoje, transcorridos centenas de anos, o Cone HINDU faz parte da cultura de todos os povos do mundo.
 
APLICACOES DO CONE HINDU:
 
Desobstrução de ouvido, nariz e garganta, perda de audição por bloqueio de secreções, zumbidos e vertigens, excesso de cerúmen, irritação dos ouvidos e dos sinus, otalgias, sinusite crônica, tensão nervosa.

O procedimento também é utilizado com sucesso para clarear a mente, aguçar os sentidos e aflorar a sensibilidade pois promove um re-equilíbrio sensorial apurando os sentidos e melhorando a visão, olfato, paladar e audição.

Outras medidas podem ser tomadas para que a higienização do ouvido seja satisfatória.

A limpeza dos ouvidos não deve nunca ser realizada com hastes flexíveis nem mesmo em crianças e bebês. Os bastonetes envolvidos em suas extremidades por algodão podem ferir a pele do ouvido, favorecendo sangramentos e a instalação de infecções. Podem também empurrar a cera mais para dentro ou até perfurar o tímpano, causando perda da audição. A Higiene das orelhas deve ser apenas superficial e externa. É importante manter a orelha seca após o banho usando toalhas macias.

A cera de ouvido e o uso de hastes flexíveis
 
O cerume (cera de ouvido) pode obstruir o canal auditivo, causando prurido (coceira), dor e perda auditiva temporária. O cerume, é composto de descamação, de secreção sebácea e do produto de glândulas cerimoniosas. É produzido na porção do "canal auditivo" mais próxima do orifício onde ficam os "pelinhos" e desempenha um papel protetor, no sentido de aglutinar e reter partículas estranhas e micróbios.
 
Certos indivíduos apresentam produção aumentada de cerume, o que leva à formação de verdadeira rolha, que pode acarretar surdez súbita, ou até dor de ouvido e tontura. A limpeza dos ouvidos não deve nunca ser realizada com as hastes flexíveis e isto serve para indivíduos de todas as idades, inclusive crianças e bebês.
 
Os bastonetes envolvidos em suas extremidades por algodão podem ferir a pele do ouvido, favorecendo sangramentos e a instalação de infecções; empurrar a cera mais para dentro ou até perfurar o tímpano, causando perda da audição. O ouvido externo é formado pela parte externa do ouvido (orelha, pavilhão auricular) e pelo canal auditivo (meato auditivo externo). Os distúrbios do ouvido externo incluem obstruções, infecções, lesões e tumores.
 

Por que o ouvido produz cera no canal auditivo?

É recorrente na vida das pessoas chegar na frente do espelho e se deparar com aquela sujeira localizada na entrada da orelha. Ou então, ter uma sensação de abafamento na audição em razão do excesso dela no canal auditivo. Mas, afinal, por que o ouvido produz cera?

De acordo com a otorrinolaringologista Patrícia Ciminelli, do Hospital Universitário Clementino Fraga, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a cera ou cerume é produzida por glândulas especiais, conhecidas como glândulas ceruminosas, existentes na região mais externa do canal auditivo e é composta por substâncias que atuam na proteção contra a propagação de microorganismos.

"Como a passagem até a região mais profunda do ouvido é muito estreita, escura e revestida por pele, isso facilita a entrada de detritos nocivos que podem ser prejudiciais, no entanto, essa proteção proporcionada pela cera é de extrema importância", explicou. Outra função de proteção é dada pela retenção de poeira e partículas de areia, impedindo que esses elementos provoquem danos à membrana timpânica.

Segundo ela, muitas pessoas têm facilidade para produzir a substância em excesso, o que pode resultar na formação de uma espécie de "rolha" que tapa o canal auditivo, abafando a audição e dando sensação de surdez.

Ciminelli alertou que o uso do cotonete para a limpeza do canal auditivo deve ser feito com muito cuidado e retira-se apenas a cera da região externa do ouvido. "Devemos limpar somente o que fica visível na orelha e de forma muito cuidadosa, porque a pele que reveste o tímpano é muito frágil, e colocar o cotonete profundamente, pode causar uma perfuração séria na região", avisou.

A doutora avaliou que realizar a higiene durante o banho é uma boa opção, mas também deve ser feita com muita cautela.

Rolha

Patrícia Ciminelli afirmou que a utilização diária e descuidada do cotonete pode acabar empurrando a cera cada vez mais para dentro do ouvido, acumulando-a ao redor do canal auditivo e formando um verdadeiro tampão próximo ao tímpano. Em alguns casos, esse excesso pode se tornar difícil de ser retirado pela própria pessoa e o melhor a fazer é procurar auxílio médico.

O canal auditivo tem entre 3 a 4 cm de extensão, do início até a região do tímpano, e este excesso deve ser removido pelo especialista por meio de lavagens e aspirações com instrumentos adequados.  


Curiosidade: Segundo a lenda, durante as limpezas nas cerimônias de sacrifícios das aldeias indígenas primitivas da América do Norte, os indígenas queimavam as palhas de arroz e as colocavam nos ouvidos. Terminando este processo de limpeza, sentiam um bem-estar no corpo todo e o cérebro ficava mais lúcido, achavam que podiam curar as doenças e os demônios não os atingiam.

Esta aplicação natural antiga e milenar foi levada pelos imigrantes europeus da América do Norte, sendo então aplicado na medicina européia.

Segundo a lenda, a aplicação do cone Hindu ou Chinês, para os ouvidos é milenar, existindo desde o antigo Egito, na Índia, na China, no Tibet e até na Europa atual. É uma das disciplinas oficiais nas faculdades de medicina da Alemanha que é um país com tecnologia avançada na medicina.

Este segredo do cone foi passado de geração em geração e hoje faz parte da cultura européia principalmente na Itália e Alemanha.

Fonte: Brasil Oriente